Por dentro da CSUN: conheça Lisbeth Lima, ex-aluna da IBS na CSUN, e saiba mais como é estudar na universidade 

Confira entrevista com nossa ex-aluna Lisbeth Lima, da turma de Communication, Design & Innovation de janeiro de 2022, da CSUN, e saiba mais sobre a experiência de estudar com a IBS Americas na Califórnia! 

Continue a leitura e saiba sobre o dia a dia, estrutura da universidade e experiências! 

Aluna Lisbeth com outros alunos da CSUN exibindo seus certificados
Foto: Arquivo Aluna Lisbeth Lima

Qual é a sua formação (ou o que você está estudando?)

Lisbeth: Sou formada em Ciências da Comunicação, com especialização em Publicidade e Relações Públicas, pela Universidad de San Martín de Porres (Lima, Peru). Terminei também uma graduação em Educação com especialidade em Inglês, na Universidad Nacional Federico Villarreal (Lima, Peru). Em seguida, realizei pós-graduação em Administração Pública na Universidad Nacional Mayor de San Marcos (Lima, Peru).

Tenho quase cinco anos de experiência como comunicadora no setor público. Em três deles, fui chefe do escritório de Comunicação e Imagem Institucional da Universidad Nacional Tecnológica de Lima Sur (Lima, Peru) e sigo até o momento.

Por que você escolheu esta universidade e este curso?

Lisbeth: Escolhi a CSUN por ser uma universidade americana com mais de 150 anos e uma reputação muito boa em acolher estudantes internacionais. O campus de Northridge tem uma localização ótima e eu sabia que a arte é presente, uma vez que tem sido o local de várias produções cinematográficas.

Fiz o curso de Communication, Design & Innovation porque ele reforçaria meu conhecimento de carreira a partir de uma perspectiva focada em Marketing. Gostei do conteúdo programático do curso, pois ele incluía temas como Comunicação Integrada de Marketing, Design de Comunicação e Tendências em Comunicação Empresarial. Além disso, nossos professores possuíam uma boa formação acadêmica e profissional, tínhamos visitas a empresas, conferências e aulas de Inglês para Negócios.

Como foi o processo de preparação para a viagem com a IBS Americas? Que apoio você recebeu da equipe?

Lisbeth: O processo de preparação para a viagem com a IBS Americas foi eficiente, mesmo nas circunstâncias especiais em que nos encontramos devido à pandemia de COVID-19.

Desde a aplicação até a bolsa, a equipe me orientou e respondeu as mensagens em pouco tempo. Todo o material necessário estava disponível no Portal do Aluno e tivemos duas sessões de orientação antes da viagem, o que nos permitiu esclarecer dúvidas em primeira mão e conhecer nossos futuros colegas de classe.

Além disso, a equipe estava monitorando se cumprimos a entrega dos documentos necessários e constantemente nos informava sobre o que precisávamos resolver para viajar.

Foi algo muito valioso que a equipe da IBS Americas tenha conseguido viabilizar a viagem e dado para nós as orientações necessárias para o programa internacional, apesar das circunstâncias especiais em que nos encontramos em todo o mundo.

Como foi sua preparação para deixar seu país após quase dois anos de fronteiras fechadas em todo o mundo devido à pandemia da COVID-19?

Lisbeth: Sempre tive a motivação de estudar presencialmente no exterior. E, assim que tive a chance de fazer isso, não hesitei em aproveitar. Sabia que, apesar da incerteza, era hora de fazer o curso em que me matriculei. Felizmente, encontrei apoio no meu trabalho e em minha família, desde que fossem respeitadas as medidas de saúde. Entre elas, fazer testes de COVID-19 periodicamente e adquirir o seguro saúde apropriado. 

Durante minha preparação, realizei algumas das leituras que a CSUN nos forneceu para nos familiarizarmos com os tópicos que veríamos em sala de aula. Da mesma forma, meus futuros colegas de quarto e eu fazíamos encontros virtuais para desenvolver um itinerário que incluía atividades acadêmicas e turísticas, despesas e outros detalhes. 

Devo confessar que estava um pouco assustada, já que a situação no estado para onde eu viajaria não era das melhores. No entanto, não podemos viver com medo e, ao tomar as precauções necessárias, podemos nos adaptar a uma nova realidade.

Como foi a experiência de estudar com pessoas de diferentes nacionalidades e culturas? De quais países eram os estudantes com quem você dividiu a sala de aula? 

Lisbeth: Conheci colegas principalmente do Brasil, El Salvador, Indonésia, Costa Rica e Peru, que viajaram basicamente com o mesmo propósito que eu. A experiência foi enriquecedora devido à diversidade de pessoas com quem fiz networking. Na verdade, eu me tornei amiga de alguns deles, com quem fazemos videochamadas até hoje. 

Aprendi por meio de suas culturas e suas experiências profissionais. Foi interessante saber como certos problemas são tratados em diferentes contextos e como a arte, a comunicação e a liderança eram a linguagem comum entre várias pessoas diferentes no programa geral. Na verdade, sinto falta das rotinas, caminhadas, piadas, jargões e laços que construímos durante esse período. Tudo fazia parte da aventura.

Lisbeth com outros alunos da CSUN sorrindo
Foto: Arquivo Aluna Lisbeth Lima

Como foi a experiência de entrar em contato com executivos de diversas empresas?   

Lisbeth: Participamos de três palestras com os seguintes convidados: Lillian Sherman, Diretora Executiva da Pike Place Market Foundation; Alex Malfinati, Diretor Financeiro da Azul Airlines; e Kimberly Hicks, Diretora de Produtos da Great Minds, que também é ex-vice-presidente da The Walt Disney Company. 

Tivemos um momento de perguntas e respostas com os três. Foi enriquecedor aprender não apenas como eles alcançaram o sucesso em suas diferentes profissões, mas também como superaram obstáculos ao longo de suas carreiras. Foi valioso receber seus conselhos sobre liderança de equipes, tendo um propósito e defendendo-o independentemente de nossa posição. 

Com Lillian Sherman, aprendi que sempre devemos ter claro nosso modelo de negócios. E de Kimberly Hicks, reforcei a ideia de que podemos sempre renovar nossas formas de prestar um serviço, ajustando-nos às tendências e sem perder a essência de nosso negócio. 

O que você achou da estrutura, da equipe e do suporte da universidade durante as aulas? 

Lisbeth: Acho que as atividades foram bem programadas e nos deram tempo para aproveitar a infraestrutura do campus, que é linda. Gostei do nível de demanda por ser constantemente avaliada através de minha participação e análise do andamento do projeto atribuído. As aulas de Inglês para Negócios foram uma vantagem. 

Eu me senti bem-vinda desde a primeira orientação no campus até o último dia. O espírito de serviço estava na equipe da universidade com a qual interagi. Reconheço a predisposição de Vanessa Andrade, Boris Polotzek e Jessica Isomoto, que vimos diariamente próximo às salas de aula e nos forneceram anúncios pessoalmente e lembretes por e-mail. 

Além disso, tivemos acesso a testes de COVID-19 no campus. E iniciativas como a Cerimônia de Graduação e o concurso de Hashtag tornaram a experiência mais memorável. 

Sobre sua rotina, como você se organizou para estudar e aproveitar seu tempo livre? O que você fez nesses momentos? Que lugares você visitou? 

Lisbeth: A rotina que eu e meus colegas de quarto estabelecemos foi eficaz e divertida. Éramos três meninas no mesmo curso, e não era difícil nos darmos bem porque tínhamos um objetivo claro: fazer nosso melhor em sala de aula e desfrutar do turismo na Califórnia. Para isso, estabelecemos um roteiro que ajustamos ao longo do caminho. Além disso, ajudávamos umas às outras como podíamos: refeições, compras, lavanderia etc. 

Depois das aulas, comíamos alguma coisa, íamos para casa no carro alugado, conversávamos um pouco na sala de nosso apartamento e, por volta das sete da noite, era hora de fazer o dever de casa. No momento do estudo, nós nos separávamos para discutir virtualmente com nossos grupos aquilo que não conseguimos terminar pessoalmente.

Meu tempo livre foi bem aproveitado. Visitei a Warner Bros Studios, Universal Studios Hollywood, Museu de Arte do Condado de Los Angeles, Observatório Griffith, Madame Tussauds, Crypto Arena, Lake Hollywood Park, Calçada da Fama, Centro de Santa Monica, Pinon Hills, Valyermo, Hollywood e Highland, Beverly Hills, Bel Air, Rodeo Drive, West Hollywood Sunset Strip, entre outros.  

Foto: Arquivo Aluna Lisbeth Lima

Qual a importância dessa experiência internacional em sua vida e sua carreira? 

Lisbeth: Eu cresci acadêmica e pessoalmente. Reforcei o que sabia e aprendi mais graças à simulação de como construir um empreendimento do zero: desde a criação de uma marca até a transformação do serviço em uma experiência. Da mesma forma, melhorei minhas habilidades de comunicação focada no ambiente de negócios. 

Este período foi interessante para aprender sobre outras culturas, idiomas e formas de pensar e de comunicar. Mas também, para me conhecer um pouco melhor. Gostei muito de interagir dentro e fora da sala de aula com pessoas de outros países, que se tornaram minhas amigas. No geral, sou grata por esta experiência.  

Para finalizar, que mensagem você gostaria de deixar para os alunos que planejam fazer um curso no exterior? 

Lisbeth: Se sua filosofia é investir em sua carreira e você está ansioso para ter uma experiência internacional em uma excelente universidade, este é o caminho. Você pode encontrar um programa de seu interesse e fazê-lo no período que for melhor para você. Será uma aventura! 

Minha recomendação é que você sempre tenha um objetivo claro e reúna uma equipe com pessoas que compartilham esse objetivo.


Lisbeth, a equipe da IBS Americas agradece a sua participação nessa entrevista e deseja muito sucesso e realizações em sua carreira profissional! 

Se você se interessou por essa experiência e quer ter a oportunidade de estudar na California State University, inscreva-se no processo seletivo para as próximas turmas. As bolsas de estudo são exclusivas para os cursos de curta duração (3 semanas). 

Confira 6 dicas de como estimular a criatividade da sua equipe

A formação de equipes de alto desempenho passa pelo estímulo do líder para despertar o melhor resultado individual de cada profissional, naquilo que envolve tanto soft quanto hard skills.

Neste sentido, estimular a criatividade da equipe é essencial para criar uma cultura de inovação e alta performance, gerando melhores resultados na expansão de mercado, na conquista de novos clientes e na resolução de problemas cotidianos.

Então, que tal aprender a estimular a criatividade da sua equipe? Leia nossas dicas e descubra como!

1 – Acabe com o medo de errar

Antes de mais nada, é preciso acolher as pessoas e deixá-las seguras para sugerir ideias, propor caminhos e, muitas vezes, errar.

Para isso, muito se fala sobre a importância de criar uma cultura à prova de punição. Na prática, significa que o líder deve ouvir as sugestões da sua equipe, criando um espaço seguro para a troca de ideias e construção de soluções que otimizem os processos internos e as ofertas para os clientes.

Então, antes de cobrar criatividade da sua equipe, pense no caminho contrário: como você pode liderar de forma mais aberta para que as pessoas se sintam à vontade em compartilhar ideias?

Promover encontros informais, ser um bom ouvinte e liderar pelo exemplo e pela inspiração são excelentes formas de começar a estimular a criatividade da equipe. Que tal experimentar?

2 – Ofereça autonomia

O microgerenciamento — atitude em que o líder tenta controlar todos os processos dentro da equipe — vem dando lugar à era do intraempreendedorismo, movimento onde cada profissional assume uma postura de proatividade e busca seu próprio crescimento dentro da empresa.

Por mais que esse comportamento não seja aceito por alguns líderes, que podem se sentir ameaçados pelo formato de liderança descentralizada, a verdade é que o modelo vem ganhando espaço nas empresas, já que a autonomia e a liberdade dão espaço para que cada profissional entregue o seu melhor, atraindo mais criatividade e inovação para o negócio.

3 – Crie uma cultura de feedbacks humanizados

Embora os feedbacks normalmente sejam estabelecidos em ritos formais dentro das organizações, é importante que os líderes não esperem esses momentos para apontar para a equipe onde estão indo bem e onde precisam melhorar.

Porém, é cada vez mais apreciado no mercado os feedbacks focados no desenvolvimento de habilidades e competências, ao invés de usá-lo como ferramenta de controle e crítica.

A frequência do feedback certamente dependerá de cada grupo e do ritmo das entregas das áreas, mas é indicado que ocorra, em geral, mais de uma vez por mês.

Algumas empresas, inclusive, adotaram os check-ins e check-outs no início e fim da semana, respectivamente, a fim de identificar rapidamente os pontos de melhoria e seguir otimizando a atuação de cada membro da equipe.

4 – Monte equipes mais diversas

Idade, gênero, gostos pessoais, localização geográfica… Ter pessoas diversas na sua equipe trará visões diferentes de mundo, aumentando o repertório de ideia

Segundo estudo da Accenture, companhias inclusivas e diversas são 11 vezes mais inovadoras e têm funcionários seis vezes mais criativos do que a concorrência.

Isso significa que ter pessoas de idades, gêneros e visões de mundo diferentes ampliará o repertório de ideias para solucionar os desafios de negócios.

5 – Estruture o processo de brainstorming

Quem nunca participou de reuniões repletas de boas iniciativas, mas que acabaram não indo para frente por conta da falta de organização das ideias?

Ferramentas que organizam os processos de brainstorming contribuem para que ideias inovadoras se tornem, de fato, inovação. O Design Thinking, por exemplo, é uma excelente ferramenta para estruturar o processo de brainstorming e estimular a criatividade da equipe.

6 – Traga novidades e proponha discussões

Mais do que cobrar que sua equipe se mantenha atualizada, tente trazer novidades, fazer curadoria de conteúdos relevantes e propor discussões sobre os temas do momento.

Se a sua equipe gosta de ler, por exemplo, que tal propor um clube do livro? Ou trazer palestrantes externos uma vez por mês? Quem sabe, até premiar seus colaboradores com cursos de curta duração?

Independentemente da sua estratégia, lembre-se de que estimular a criatividade e inovação da equipe é uma tarefa constante e, para isso, você precisa estar bem-informado sobre as técnicas para extrair o melhor do time e garantir que boas ideias se transformem em inovação na prática.

Para saber mais sobre como fazer isso, que tal assistir a Masterclass Innovation and System Logic, com o Prof. Jacopo Filippo Bargellini, da CUOA Business School? As inscrições são gratuitas. Aproveite essa oportunidade! E se você quer dar um salto na sua carreira, conheça o curso presencial Creativity, Innovation & Entrepreneurship, da CUOA Business School (Itália). Ele é destinado a estudantes e profissionais com interesse em desenvolver competências empreendedoras e visa capacitar executivos para liderar processos de Inovação dentro e fora de suas organizações.

Conheça os 6 principais tipos de liderança e descubra qual é o seu 

Até alguns anos atrás, descobrir o tipo de liderança era uma tarefa menos complexa, afinal, entendia-se que as características inatas do ser humano ditavam seu estilo como líder. 

Com a evolução dos estudos sobre comportamento humano no mundo empresarial, descobriu-se que o perfil de um líder pode ser modificado com capacitação e treinamentos, abrindo um leque de possibilidades para que cada indivíduo se torne um profissional melhor. 

Segundo Idalberto Chiavenato, em seu livro Gestão de Pessoas, existem 3 principais estilos de liderança: autocrática, liberal e democrática. Alguns outros autores, como Paul Hersey e Weber, por exemplo, dedicaram seus estudos a outros estilos de liderança complementares. 

Neste artigo, compilamos os 6 principais tipos de liderança e vamos te mostrar quais os prós e contras de cada um deles. 

Ao final, traremos uma dica especial de como aprimorar suas habilidades de liderança. Confira! 

1 – Liderança Autocrática 

A liderança autocrática expressa perfeitamente o tipo de líder mais tradicional que conhecemos. Neste modelo, o líder — que pode ser chamado de “chefe” — tem como demanda centralizar as decisões em si mesmo e cascatear as tarefas para a sua equipe. 

Por ser um modelo de liderança mais autoritário e com pouca abertura para o diálogo, vem perdendo força no ambiente corporativo, à medida que os profissionais evoluem e chegam ao mercado de trabalho mais preparados para expor suas ideias e contribuir com o processo de tomada de decisão. 

2 – Liderança Democrática 

Levando em conta o fato de que uma liderança ruim é a principal causa da insatisfação no trabalho para mais de 40% dos profissionais, o líder democrático vem ganhando espaço nas empresas, a fim de incluir sua equipe nas decisões e apostar em um modelo de horizontalidade. 

Neste tipo de liderança, o diálogo se torna uma via de mão dupla, abrindo espaço para que líderes e liderados cheguem juntos a uma solução, unindo suas experiências e visões complementares para atingir os resultados esperados. 

Em comparação com a liderança autocrática, a liderança democrática traz benefícios para todos: de um lado, a empresa ganha decisões mais coerentes e focadas no bem comum, enquanto os colaboradores tendem a se sentir mais valorizados e a serem mais produtivos e proativos em seu cotidiano, pois entendem a importância do seu papel para o atingimento dos resultados. 

3 – Liderança Liberal 

Muito comum em startups e em empresas com board reduzido, onde os líderes assumem mais de uma área, por exemplo, a liderança liberal propõe um caminho de maior autonomia e liberdade para cada membro da equipe. 

Isso porque o líder liberal tende a atuar somente quando é requisitado, delegando o processo de organização, planejamento e execução na mão do seu time. Este comportamento é conhecido como hands off, que em português também pode ser chamado de abordagem de não intervenção. 

Neste tipo de liderança, o grande desafio do líder está em formar uma equipe com profissionais altamente qualificados que tenham habilidade para se responsabilizar pelos resultados, transformando a atuação do líder em algo mais próximo a um conselheiro. 

4 – Liderança Coaching 

A liderança coaching recebeu este nome porque, neste modelo de liderança, o gestor se apropria de ferramentas de coach para proporcionar o desenvolvimento da equipe. 

Dessa forma, é papel do líder apoiar seus colaboradores em seu processo de desenvolvimento interpessoal, que inclui pensamentos, emoções e comportamentos. normalmente, a relação entre líder e liderado neste modelo é baseada em confiança e parcimônia. 

Um líder coach é aquele que, diante de uma determinada situação desafiadora, evita tomar a decisão por si só — como faria o líder autocrata, ao mesmo tempo em que não a deixa nas mãos da equipe parcial ou totalmente — como seria feito na liderança democrática ou liberal. 

Nestes casos, a liderança coaching atua no entendimento de quais aspectos precisam ser desenvolvidos em cada indivíduo da equipe para que ele esteja preparado para gerir projetos altamente desafiadores, treinando-a para que o colaborador tenha êxito em situações de constante pressão e estresse. 

5 – Liderança Carismática 

Dentre todos os modelos de liderança apresentados até aqui, o líder carismático certamente foi um dos que mais ganhou destaque nos últimos tempos, principalmente depois de momentos tão delicados que abalaram a saúde emocional da população, como aconteceu no período da pandemia. 

Isso porque a liderança carismática é leve e positiva, levando os profissionais a se inspirarem no seu líder. Por meio dela, a gestão incentiva a ação pelo exemplo, tornando-se o modelo a ser seguido pelos colaboradores. 

Esse tipo de liderança cresceu muito porque é capaz de atingir os resultados esperados, sem ter que pressionar exaustivamente seus colaboradores, tornando-se uma das principais apostas do perfil ideal do líder do futuro

6 – Liderança Situacional 

O líder situacional é aquele que consegue adaptar seu comportamento diante da equipe de acordo com as particularidades de cada situação, levando em conta questões como: 

  • Grau de maturidade de cada colaborador; 
  • Urgência/importância da situação; 
  • Impacto do problema no resultado final do negócio; 
  • Cenário externo do mercado. 

Por ser bastante flexível, este tipo de liderança é promissor em muitas empresas, pois adapta seu comportamento e direciona a equipe da melhor forma em cada situação específica. 

Dica bônus: seja sua melhor versão de líder 

Como vimos ao longo do artigo, existem diversos tipos de liderança que podem ser aplicados de acordo com o perfil e grau de desenvolvimento de cada líder. 

O mais importante é lembrar que você pode se identificar com mais de um tipo de liderança, mesclando sua forma de atuar de acordo com seu momento na carreira. 

Independente do tipo de liderança pelo qual você mais se identifique, uma coisa é certa: evoluir constantemente é essencial para ser promovido no trabalho e para entregar o melhor para a sua equipe e para a empresa como um todo. 


Então, que tal aprender mais sobre liderança?  

Para quem quer ter uma experiência online, acabamos de lançar a Masterclass Strategic Organization Leadership, com reflexões e dicas relevantes para se tornar um líder ainda melhor. A aula é ministrada pelo Prof. Issam Ghazzawi, da University of La Verne, Califórnia. Inscreva-se agora mesmo e participe gratuitamente. 

E para você que quer ter uma experiência internacional e se aprofundar nesse assunto, temos três cursos sobre liderança em universidades dos Estados Unidos e Europa. Conheça cada um dos programas e participe do nosso processo seletivo de bolsas de estudo.